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Curitiba de Volta ao Centro

Arte transforma 23 endereços e faz do Centro de Curitiba uma galeria aberta a todos

Patrimônio artístico em praças, largos e muros é um convite para passear pelo bairro; conheça as principais obras

As estátuas Homem Paranaense e Justiça, mais conhecidas como Homem e Mulher Nus, e o painel em alto-relevo, obras de Erbo Stenzel e Humberto Cozzo, na Praça 19 de Dezembro. Foto: Isabella Mayer/SMCS (arquivo)

Texto: Roberto Couto
Prefeitura de Curitiba

Com obras como Homem e Mulher Nus, de Erbo Stenzel e Humberto Cozzo, aos consagrados painéis de Poty Lazzarotto, passando pelas esculturas de Elvo Benito Damo, Maria Inês Di Bella e João Turin, o Centro de Curitiba pode ser chamado de galeria a céu aberto. Ao longo de seus cerca de três quilômetros de extensão, o bairro reúne um rico acervo de arte pública da cidade, integrado ao cotidiano de moradores e visitantes.

Praças, largos, calçadões, muros e até fachadas de construções guardam obras artísticas que fazem pensar, ajudam a contar a história da cidade e do Paraná ou apenas convidam à contemplação da beleza. Também revelam diferentes momentos da produção artística da capital, além de serem uma experiência cultural acessível e gratuita.

“São obras que convidam curitibanos e turistas a desacelerarem o passo, observarem os detalhes e apreciarem esse patrimônio artístico que torna o Centro singular”, destaca o presidente da Fundação Cultural de Curitiba, Marino Galvão Júnior

Curitiba de Volta ao Centro

Galvão Júnior explica que o acervo de arte pública exposto ao ar livre recebe atenção permanente da Prefeitura. Há obras que já passaram, nos últimos anos, por conservação e restauração, muitos desses serviços realizados no Ateliê de Esculturas do Memorial Paranista.

Além da recuperação de importantes marcos artísticos da cidade expostos ao ar livre, novas obras foram incorporadas ao patrimônio em 2026, como a estátua de Jaime Lerner, no calçadão da Rua XV de Novembro, e o mural Largo da Ordem 360º, de Simon Taylor, na Travessa Nestor de Castro. Ambas foram inauguradas pelo prefeito Eduardo Pimentel. 

"As iniciativas integram o programa Curitiba de Volta ao Centro, para tornar o bairro mais vibrante para moradores e quem visita a região”, ressalta o presidente da Fundação Cultural de Curitiba.

Com os incentivos fiscais, as subvenções (subsídios) e as ações integra­das do programa Curitiba de Volta ao Centro, lançado por Eduardo Pimentel em 2025, a Prefeitura trabalha para transformar a infraestrutura, a mobilidade, a cultura, o lazer, o turismo e a segurança, atraindo mais famílias e visitantes para a região central.

Um roteiro pela arte do Centro

Homem e Mulher Nus, de Erbo Stenzel e Humberto Cozzo

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Na Praça 19 de Dezembro ficam as estátuas Homem Paranaense e Justiça, popularmente conhecidas como Homem e Mulher Nus. Com 7 metros e 3 metros, respectivamente, as duas obras de granito são de autoria dos escultores Erbo Stenzel (1911-198) e Humberto Cozzo (1900-1981), que também assinam o painel em alto-relevo que retrata a história econômica do Paraná. No verso do painel, está o mural de azulejos branco e azul de Poty Lazzarotto (1924-1998), o primeiro do artista em Curitiba e que também narra a evolução histórica do estado. Todo o conjunto, que inclui o obelisco e o espelho d´água, foi inaugurado em 1953 para as comemorações do centenário da emancipação política do Paraná. Uma curiosidade: originalmente, a figura feminina que simboliza a Justiça foi criada para ficar em frente à sede do Tribunal de Justiça, no Centro Cívico.
Local: Praça 19 de Dezembro, entre as ruas Barão do Cerro Azul, Riachuelo, Inácio Lustosa e Paula Gomes, Centro.


Imagens da Cidade, de Poty Lazzarotto

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Na Travessa Nestor de Castro, o painel Imagens da Cidade, inaugurado em 1996, apresenta a Curitiba contemporânea de Poty Lazzarotto. O mural é considerado o maior do gênero em cerâmico do país, com 490 m², e foi produzido em comemoração ao aniversário de 300 anos de Curitiba. Nas ilustrações, Poty destaca os principais pontos turísticos Jardim Botânico, Ópera de Arame, Rua 24 horas e também grandes símbolos da cidade, como a araucária, gralha azul e as estações-tubo. Os azulejos foram executados pelo ceramista Adoaldo Lenzi.
Onde: Travessa Nestor de Castro, Centro.


Largo da Ordem, de Poty Lazzarotto

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O mural em azulejos O Largo da Ordem, de Poty Lazzarotto, também na Travessa Nestor de Castro, traz as lembranças de uma Curitiba antiga. O painel, inaugurado em 1993, apresenta a capital na época em que os imigrantes vinham em carroças para vender produtos no Largo da Ordem. Na obra estão retratados prédios e monumentos que remetem à fundação da cidade e ainda podem ser visitados, como a Igreja da Ordem e o bebedouro de cavalos em frente. Os azulejos foram executados pelo ceramista Adoaldo Lenzi.
Onde: Travessa Nestor de Castro, Centro.


Figuras e Pássaro, de Alberto Massuda

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O painel Figuras e Pássaro, reprodução em azulejo da pintura original do artista Alberto Massuda (1925-2000), é outro belo mural da Travessa Nestor de Castro. Com 11 metros de altura por 8,26 metros de comprimento, a obra foi inaugurada em 2024 na parede externa da Casa da Memória. O painel é baseado nas Três Graças, mas apresenta as deusas da beleza, charme e alegria da mitologia grega de forma contemporânea. Os azulejos foram executados pelo ceramista Adoaldo Lenzi.
Local: Travessa Nestor de Castro, Centro.


Largo da Ordem 360º, de Simon Taylor

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Inaugurado pelo prefeito Eduardo Pimentel, em março deste ano, o painel em azulejo Largo da Ordem 360º, do artista curitibano Simon Taylor, apresenta uma vista aérea estilizada do Centro Histórico. Na obra, é possível apreciar construções antigas da região, como a Casa Romário Martins, a Igreja da Ordem Terceira de São Francisco das Chagas, a Casa Vermelha e elementos característicos do Largo, como o bebedouro e o calçamento em paralelepípedos com seu desenho circular. Os azulejos foram executados pelo ceramista Adoaldo Lenzi.
Local: Paredão da Casa João Haupt, na confluência entre as ruas Barão do Serro Azul, São Francisco e a Travessa Nestor de Castro.


Fonte da Memória, de Ricardo Tod

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A escultura Fonte da Memória, popularmente conhecida como “O Cavalo Babão”, do escultor curitibano Ricardo Tod (1963-2005), foi inaugurada em 1995 na Praça Garibaldi, no São Francisco. A obra traz a cabeça de um cavalo “dividida” por um bloco de granito vermelho de três metros de altura. A escultura, no meio da fonte, forma um belo conjunto com a arquitetura de construções históricas como a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, o Palacete Wolf e o Palácio Garibaldi. A escultura é uma homenagem ao período em que aquela região era tomada de carroças dos colonos italianos, poloneses e tropeiros que vinham até o local vender sua produção.
Local: Praça Garibaldi, s/n, São Francisco (Largo da Ordem).


Jaime Lerner, de Elvo Benito Damo

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A estátua de bronze de Jaime Lerner (1937-2021), do escultor Elvo Benito Damo, foi inaugurada pelo prefeito Eduardo Pimentel em março deste ano e é um convite para parar e sentar ao lado do ex-prefeito e governador no calçadão da Rua XV de Novembro. Na homenagem, o idealizador da primeira da rua de pedestres do país, Jaime Lerner, aparece sorridente, com um caderno na mão, sentado em uma peça de mobiliário de sua autoria, o banco Toinoinoin. Obras que permitem às pessoas sentarem-se ao lado e interagir são denominadas “relacionais”.
Onde: Calçadão da Rua XV d Novembro, entre a Marechal Floriano e a Doutor Muricy, Centro.


Enedina Alves Marques, de Rafael Sartori

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A escultura da curitibana Enedina Alves Marques (1913-1981), no calçadão da Rua XV de Novembro, também é uma obra “relacional” e permite a quem passa pela região da Boca Maldita sentar-se ao lado da escultura que homenageia a primeira engenheira negra do Brasil. A obra em bronze, inaugurada em 2024, é um trabalho de Rafael Sartori, do Atelier de Esculturas do Memorial Paranista.
Onde: Rua XV de Novembro, em frente ao histórico edifício Moreira Garcez e próximo à Praça Osório, Centro.


Boca Maldita, de Elvo Benito Damo

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Escultura Boca Maldita, do escultor Elvo Benito Damo, foi instalada nos anos 1980 e presta homenagem à famosa região do calçadão da Rua XV de Novembro, onde estão vários cartões-postais do Centro, como o Palácio Avenida e o Bondinho. A obra é formada por duas pedras de granito, a maior delas com quase 4 metros de altura.
Onde: Boca Maldita, no encontro do calçadão da Rua XV de Novembro e Avenida Luz Xavier, Centro.


O Escoteiro e a Gralha Azul, de Elvo Benito Damo

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A escultura em bronze O Escoteiro e a Gralha Azul, do escultor Elvo Benito Damo, no Largo Baden Powell, forma um belo conjunto com os quatro feixes de bambus com sete metros de altura. A obra e o Largo Baden Powell, que leva o nome do fundador do escotismo, foram inaugurados em 1969.
Onde: Largo Baden Powell, confluência das avenidas Sete Setembro e Affonso Camargo com a Rua Mariano Torres.


Lala Schneider, de Maria Inès Di Bella e Alfi Vivern

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A máscara de Lala Schneider (1926-2007), dos artistas plásticos argentinos Maria Inès Di Bella e Alfi Vivern, na Praça Santos Andrade, presta homenagem à primeira-dama do teatro no Paraná. Atriz, diretora de teatro e professora de interpretação, Lala é retrada sorridente “saindo” de um bloco bruto de granito de sete toneladas. A escultura foi inaugurada em 2012.
Onde: Praça Santos Andrade (em frente ao Teatro Guaíra).


O Teatro, a Música e a Dança, de Poty Lazzarotto

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O mural O Teatro, a Música e a Dança, de Poty Lazzarotto, inaugurado em 1988, dá boas vindas ao público do Teatro Guaíra, na Praça Santos Andrade. O painel em concreto, na fachada do espaço cultural, brinca com a história do teatro mundial, trazendo referências que vão desde as tragédias gregas até grandes dramaturgos como Shakespeare e Bertolt Brecht, além de referências ligadas à ópera, música, dança, autos de Natal, saltimbancos e acrobatas, até a carroça de teatro mambembe que carrega o mundo, em uma cronologia das raízes históricas das artes cênicas.
Onde: Teatro Guaíra, Rua Conselheiro Laurindo, s/n, Praça Santos Andrade, Centro.


Água pro Morro, de Erbo Stenzel

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A escultura em bronze Água pro Morro, criada em 1944 pelo escultor Erbo Stenzel (1911-1980), está na Praça José Borges de Macedo e retrata uma mulher negra carregando água na cabeça. A modelo para essa escultura foi a escritora Emerenciana Cardoso Neves, primeira mulher negra homenageada com uma estátua em Curitiba. No local, também estão oito bancas que formam o mercado de flores que, ao lado uma cafeteria e banca de revistas, compõem as Arcadas do Pelourinho. O motivo do nome? Uma pedra com uma placa informa que ali havia o pelourinho de Curitiba, demolido no século 19.
Local: Praça José Borges de Macedo,  entre as Arcadas do Pelourinho (mercado de flores) e o Paço Municipal, Centro.


Escavadeira, de Fernando Calderari

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Inaugurada em 1978 para marcar a obra de canalização do Rio Ivo, que passa por baixo da Rua Mariano Torres, a escultura em ferro sem título é uma criação do artista plástico Fernando Calderari (1939-2021) e está no Jardim Leonor Twardowski, em frente ao Círculo Militar de Curitiba. A obra, que lembra uma “escavadeira”, passou por uma restauração em 2025.
Local: Jardim Leonor Twardowski, entre as ruas Mariano Torres e Luiz Leão, em frente Círculo Militar, Centro.


Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, de Maria Inès Di Bella

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Para ver esta obra é preciso olhar, literalmente, para o alto. Localizada no topo de uma coluna de granito de 10 metros de altura, a escultura em bronze de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, de Maria Inès Di Bella, presta homenagem à padroeira da capital e foi inaugurada em 1993. Todo o conjunto é o Memorial à Nossa Senhora da Luz dos Pinhais.
Local: confluência das ruas Barão do Serro Azul, São Francisco e Travessa Nestor de Castro, Centro.


A Mulher e o Cântaro, de autor desconhecido

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Inaugurada em 1924, a escultura A Mulher e o Cântaro, no jardim da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba, de autor desconhecido, representa uma jovem segurando um jarro (cântaro). A figura feminina com um cântaro é frequentemente associada à passagem bíblica da mulher samaritana. A peça em bronze, inspirada em obras francesas do fim do século 19, como as esculturas de Charles-Auguste Lebourg, forma um belo conjunto com a fachada do primeiro hospital da capital, aberto pelo imperador Dom Pedro II em 1880.
Onde: Santa Casa de Misericórdia da Curitiba, na Praça Rui Barbosa, Centro.


Vênus Paranaense, de Maria Inès Di Bella

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A escultura em mármore branco Vênus Paranaense, de Maria Inès Di Bella, integra o paisagismo da Praça Didi Caillet de Leão. A obra é uma homenagem à curitibana que nasceu Marie Delfine Caillet (1907-1983) e foi musa do movimento paranista. Primeira paranaense a disputar o Miss Brasil, ela também foi uma das primeiras mulheres do estado a dirigir um automóvel, algo raro para a época, e a primeira artista no Brasil a registrar poesias declamadas em fonograma.
Local: Praça Didi Caillet de Leão, na esquina das ruas Heitor Stockler de França e Barão de Antonina, entre o Centro e Centro Cívico.


O Semeador, de João Zaco Paraná

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A estátua O Semeador, considerada obra-prima de João Zaco Paraná (1884-1961), fica na Praça Eufrásio Correia, ao lado da Câmara Municipal. A escultura em bronze foi um presente da colônia polonesa a Curitiba, por ocasião do centenário da Independência do Brasil, em 1922.
Local: Praça Eufrásio Correia, próximo à esquina da Rua Barão do Rio Branco e Avenida Sete de Setembro.


Tiradentes, de João Turin

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Exibida no Salão dos Artistas Franceses, em Paris, em 1922, e premiada no Salão Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro, no ano seguinte, a estátua de bronze de Tiradentes está exposta hoje na praça do Centro de Curitiba. Doada pela colônia italiana de curitiba (que viabilizou a fundição em bronze), a escultura de mais de 2 metros foi instalada na Praça Tiradentes em 2017.  Em 2013, quando foi removida para restauro, encontrou-se na base da obra uma cápsula do tempo: entre os itens, uma carta assinada por Turin e outras personalidades da época.
Local: Praça Tiradentes, s/n, Centro.


Índio Tindiquera, de Elvo Benito Damo

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Na Praça Tiradentes, no trecho em frente à Catedral de Curitiba, está a nova escultura do Índio Tindiquera, de Elvo Benito Damo, inaugurada em 2018. Diferente da primeira estátua, do mesmo artista, que já esteve no local e foi transferida para o Parque Histórico da Vilinha (Alto Boqueirão), a obra atual do Centro traz a figura de um lobo guará e o índico empunhando uma borduna (arma indígena) e segurando uma pinha.
Local: Praça Tiradentes, em frente à Catedral, Centro.


Bombeiros, de Walmir Weber

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Dois bombeiros no heroico trabalho de combate às chamas são retratados na escultura que celebra os 100 anos do Corpo de Bombeiros do Paraná, na Praça Rui Barbosa. A obra, do bombeiro militar Walmir Weber, traz uma das figuras usando uniforme e equipamentos modernos da corporação, simbolzando o ano de inauguração da estátua (2012), e a outra o uniforme da época de fundação do Corpo de Bombeiros do estado (1912). A escultura foi posicionada como “uma linha imaginária”, que liga o terreno da Biblioteca Pública do Paraná, onde ficava a antiga sede do Corpo de Bombeiros, na Rua Cândido Lopes, com o atual Quartel do Comando, na Rua Nunes Machado, no Centro.
Local: Praça Rui Barbosa, s/n, Centro.


Homenagem a vítimas da Covid-19, de Antônio Maia

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Um conjunto de três painéis em homenagem a vítimas da Covid-19 se destaca na esquina das ruas Visconde de Nacar e Cruz Machado. Em dois murais, estão obras do pintor e gravurista brasileiro Antônio Maia (1928-2008), representando o “Espírito dos Pinhais”, e o terceiro apresenta um poema do escritor uruguaio Eduardo Galeano, um tributo às vítimas da pandemia.
Local: Esquina das ruas Visconde de Nacar e Cruz Machado, Centro.


Ébano Pereira, de Elvo Benito Damo

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Considerado um dos fundadores de Curitiba, ou melhor da antiga Vila de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, o sertanista Ébano Pereira tem uma escultura na Praça Santos Dumont. A obra em bronze, em homenagem ao desbravador da Mata Atlântica paranaense no século 17, foi executada pelo artista plástico Elvo Benito Damo.
Local: Praça Santos Dumont, na esquina das ruas Ébano Pereira e Saldanha Marinho.