Janeiro é um bom mês para organizar a casa e retirar materiais que não são mais usados. Pilhas usadas, baterias, toners de impressão, embalagens de inseticidas, tintas e remédios vencidos (até 10 quilos) podem ser descartados no caminhão do lixo tóxico, um serviço gratuito da Prefeitura. Este tipo de resíduo jamais deve ser descartado com o lixo comum, pois pode causar contaminação do solo e dos rios.
São 25 pontos da cidade onde é possível fazer esse descarte. Nestes locais determinados, nas proximidades dos terminais de transporte coletivo, a Prefeitura coloca o caminhão da coleta especial de segunda a sábado, das 7h30 às 15h.
Este é um serviço gratuito, que possibilita o descarte adequado dos resíduos, ajudando o meio ambiente e também servindo como educação ambiental para as famílias, pois as crianças aprendem com os pais a separar os rejeitos corretamente.
O que pode ser levado
Podem ser descartados no caminhão do lixo tóxico: pilhas, baterias, toners de impressão, embalagens de inseticidas, tintas, cola, solventes, remédios vencidos (até 10 quilos), lâmpadas fluorescentes (até 10 unidades), equipamentos eletrônicos portáteis (como câmeras fotográficas ou filmadoras) e óleos de origem animal e vegetal (embalados em garrafas PET de dois litros.
O caminhão do lixo tóxico leva todo o material recolhido para o aterro contratado especialmente para o descarte desses materiais, para que seja dada a destinação correta conforme o tipo de resíduo.
Proteção ao meio ambiente
Nesta segunda-feira (12/1), o caminhão do lixo tóxico ficou estacionado na Rua Alcino Guanabara, esquina com a Rua Anne Frank, no Hauer. Quem aproveitou para levar os materiais para descartar foi Denilson Balzer. Ele e o amigo Luiz Alberto têm um escritório ali perto e uma vez por mês levam materiais para deixar no caminhão do lixo tóxico.
“A gente traz alguns cartuchos de toner usados, pilhas e baterias velhas e também alguns frascos de remédios. Esse é um serviço excelente da Prefeitura, não tem erro. Eu sempre indico para que outras pessoas tragam o lixo tóxico e protejam nosso meio ambiente. Esse é um exemplo para outras cidades”, afirmou Balzer.
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Denilson Balzer, usa o caminhão do lixo tóxico no Hauer
Balanço
A Secretaria Municipal do Meio Ambiente mantém um controle do material que é coletado no caminhão do lixo tóxico. Em uma planilha, são anotados os nomes dos moradores, a quantidade e o peso dos resíduos que a pessoa deixou no caminhão.
Em 2025, os curitibanos descartaram 43,58 toneladas de resíduos tóxicos, além de cerca de 12 mil lâmpadas fluorescentes e 3 mil litros de óleo.