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Balanço 2019

Inclusão, respeito ao pedestre e empatia são foco de ações educativas

Agentes de trânsito e guardas municipais estão desenvolvendo uma ação de respeito do motorista em cruzamentos não semaforizados com faixas de pedestres. Curitiba, 02/09/2019. Foto: Divulgação


 

Mais de 55 mil pessoas participaram das ações educativas encabeçadas pela Escola Pública de Trânsito durante o ano de 2019. Três temas nortearam as atividades desenvolvidas por agentes de trânsito e guardas municipais: a empatia, a inclusão e o respeito ao pedestre. 

“Tradicionalmente, Curitiba é referência nacional para áreas diversas. Mas algo que ainda temos um longo caminho a percorrer é o respeito do motorista ao pedestre”, destaca a superintendente de Trânsito, Rosangela Battistella. 

Com esse objetivo, durante meses equipes da Secretaria de Defesa Social e Trânsito se revezaram nas faixas de pedestres em cruzamentos diversos da cidade, para abordar motoristas e conversar sobre a prioridade a ser concedida para quem precisa atravessar a rua. Além disso, cerca de 3,7 mil faixas de pedestres foram pintadas, por toda a capital.

“Às vezes falta se colocar no lugar do outro. O pedestre é o elo mais fraco no trânsito e, por isso, precisa ser protegido por motoristas, motociclistas e, inclusive, por ciclistas”, afirma Rosangela.

 

Com o olhar voltado para essa questão, a Prefeitura lançou o programa Trânsito para Todos. Focado na empatia e na inclusão, as atividades integrantes são divididas em cinco vertentes: para pessoas com deficiência física, pessoas com deficiência intelectual, cegos, surdos e pessoas sem deficiência.

O Trânsito Para Todos tem parceria com instituições voltadas para estes públicos em específico como a Apae, o Instituto Paranaense de Cegos e a Associação dos Deficientes Físicos do Paraná. Numa fase inicial, os agentes da EPTran fizeram reuniões e palestras com representantes dessas entidades para sanar dúvidas e se preparar para o desenvolvimento do trabalho.

O lançamento do personagem Tiba, que vai continuar dando dicas de trânsito com a sua “voz da consciência”, também está atrelado a esse planejamento voltado à empatia. 

“Estamos no caminho certo e a redução de 46,5% nas mortes no trânsito de Curitiba, de 2011 a 2018, reforça essa conclusão”, aponta Rosangela. A cidade está próxima de atingir a meta proposta pelo Programa Vida no Trânsito, chancelado pela ONU, com o compromisso de diminuir em 50% os acidentes fatais no trânsito, até 2020.

“O resultado é atingido a partir da estruturação de ações em áreas de educação, e também de intervenções de engenharia de trânsito e de fiscalização”, explica a superintendente.

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