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Turismo rural

5 sugestões de roteiros para aproveitar o frio na Região Metropolitana de Curitiba

Pinhão, vinho, café colonial e belas paisagens com araucárias e geada fazem parte dos passeios de outono e inverno

O Caminho do Vinho em São José dos Pinhais é uma opção gratuita de passeio em família na Região Metropolitana de Curitiba. Foto: José Fernando Ogura/SECOM

Os meses mais frios têm um charme especial na Região Metropolitana de Curitiba. Pinhão, vinho, café colonial e belas paisagens com araucárias e geada fazem parte das opções de passeio ao longo do outono e do inverno.

Incentivar esse tipo de turismo na área metropolitana é uma das prioridades da Secretaria Municipal para o Desenvolvimento da Região Metropolitana. A intenção é valorizar a cultura e a história de cada local, além de movimentar a economia. 

“Cada município tem seu potencial, suas belezas e características, portanto mapeamos e buscamos desenvolver produtos turísticos específicos. Nossas iniciativas fortalecem o papel da região metropolitana e promove o crescimento econômico e sustentável da metrópole”, ressalta o secretário Thiago Bonagura.

Cinco sugestões de roteiros

Rota do Vinho com sotaque italiano (Colombo)

A cerca de 15 km de Curitiba, Colombo oferece diversos roteiros, com casarões coloniais, cantinas e restaurantes típicos. A história do Caminho do Vinho começou com a Colônia Mergulhão, numa área rural entre as colônias Acyoli, Murici e Rio Pequeno, quando as famílias Daldin, Bortolan, Bim, Juliatto, Pissaia e Possobom se estabeleceram na região, trazendo a tradição da produção artesanal do vinho.

Para que gosta de fazer fotos, as ruínas da primeira capela da chácara da Família Possobom (século 19) é uma excelente opção. Em 1938, foi erigida a segunda capela, de Nossa Senhora da Imaculada Conceição, em um espaço cedido pela Família Daldin, construída pela comunidade na Estrada do Mergulhão. Em 1992, a capela foi demolida, dando espaço à atual, preservando-se o campanário.

A rota de Turismo Rural Caminho do Vinho – Colônia Mergulhão possui 34 propriedades rurais que abrigam vinícolas, restaurantes e cafés coloniais, chácaras de eventos e lazer, pesque-pague, pousadas, artesanato.

Confira os acessos

Via BR-376
Esse é o caminho tradicional, mais utilizado, mas pode ter filas.
Todo percurso é asfaltado ou com paralelepípedos.

Via BR-277
Um dos acessos mais rápidos. Alguns trechos de estrada estão sem pavimentação, embora em boas condições.

Via Avenida das Torres
Esse é o mais novo caminho, totalmente pavimentado, mas com trechos de trânsito intenso.


Pousadas e turismo rural

Balsa Nova, a 50 km da capital, tem pousadas e turismo rural para quem quer fugir da agitação da cidade e curtir o campo. A história do pequeno município, de 14 mil habitantes, remonta ao início do século 18. O território tem origem ligada aos tropeiros e a uma balsa construída no final do século 19, que deu nome ao lugar.

Saiba mais AQUI.


Natureza e aventura (Campina Grande do Sul e Rio Branco do Sul)

Para os aventureiros, a região de Campina Grande do Sul abriga o Pico Paraná e o Pico Caratuva, ideais para trilhas de inverno com visuais incríveis. Já Rio Branco do Sul tem a Rota da Princesa (PR-092), com suas quase 400 curvas.


Pinhão para todos os gostos

De 12 a 14 de junho, Piraquara realiza sua segunda edição da Festa do Pinhão, que celebra o patrimônio gastronômico e cultural do município. O evento contará com shows, feira com produtores locais, artesanato e pratos típicos da região.


Culinária polonesa (Campo Largo)

Também para quem é bom garfo, as colônias polonesas de Campo Largo ofertam passeios para desfrutar a natureza e ainda aproveitar as delícias da comida típica. Os visitantes podem conhecer o Museu da Etnia Polonesa, igrejas, chácaras de produção da agricultura familiar, orgânica e agronegócio, situados nas colônias Dom Pedro II, Figueiredo e Rodrigues.

Outro destaque é o Parque Histórico do Mate, às margens da BR-277. São 317 mil m² de área verde, com bosques nativos, lagoa e área de lazer. Como o nome já diz, a principal atração é o Museu do Mate, instalado em uma edificação histórica, construída por volta de 1870 como engenho de beneficiamento da erva-mate. O museu conserva o maquinário desse período e os objetos que percorrem a história do principal produto paranaense de exportação do século 19 e do início do século 20.