Ir para o conteúdo
banner

IDHM Brasil

Região Metropolitana de Curitiba é destaque nacional em desenvolvimento humano

Dados da pesquisa Radar IDHM mostram que a Região Metropolitana de Curitiba é bem avaliada em todos os quesitos: saúde e longevidade, educação e geração de renda

Região Metropolitana de Curitiba é destaque nacional em desenvolvimento humano. - Na imagem, a Lapa, região metropolitana de Curitiba. Foto: José Fernando Ogura/SECOM

A Região Metropolitana de Curitiba tem o 2º maior Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) do país. A pesquisa Radar IDHM, divulgada nesta terça-feira (26/5) pelo  Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) Brasil, trouxe os dados referentes ao ano de 2024. A Região Metropolitana de Curitiba (RMC) obteve nota 0,856, estando atrás apenas da Região Metropolitana de Florianópolis (SC), que atingiu o índice 0,874. O estudo aponta que 17 das 21 regiões analisadas atingiram a faixa de “muito alto desenvolvimento humano” em 2024.


No preview available
No preview available
No preview available
No preview available
No preview available
Imagem

Para chegar nesta pontuação são avaliados os parâmetros de saúde e longevidade, educação e geração de renda. Em 2024, o Brasil alcançou IDHM de 0,805. A escala do Pnud para classificar o desenvolvimento humano varia de 0 a 1, sendo muito alto acima de 0,800.

O prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel, comentou os índices da RMC. “Não é possível tratar cada município de maneira isolada. Temos uma parceria com políticas públicas vigorosas com cada cidade da região metropolitana para que o desenvolvimento venha para todos”, disse o prefeito.

O secretário do Desenvolvimento da Região Metropolitana de Curitiba, Thiago Bonagura, comemorou os bons resultados. “A melhoria na qualidade de vida é um desafio diário dos municípios da região metropolitana. Até alguns anos, algumas décadas, nós tínhamos uma situação muito diferente da que nós temos hoje. Nós vemos que, assim como Curitiba se desenvolveu, também os municípios oferecem hoje qualidade de vida com índices muito bons, considerando os municípios de outras regiões do país. Já melhoramos, mas podemos melhorar ainda mais”, avaliou Bonagura.

RMC entre as melhor avaliadas

No índice referente à Educação, a RMC é a 2ª melhor classificada, com a pontuação 0,856, sendo a RM de São Paulo (SP) a primeira colocada, com 0,863.

Quando avaliada a Renda, a região metropolitana de Curitiba também é a segunda melhor avaliada, obtendo a nota 0,827; a primeira posição ficou com a RM de Florianópolis e a nota 0,849. Em 2024, apenas cinco regiões atingiram a faixa de muito alto desenvolvimento humano em renda: Rio de Janeiro (RJ), Porto Alegre (RS), São Paulo, Curitiba e Florianópolis.

Por fim, no quesito Longevidade, a RMC obteve a 4ª posição com índice 0,885 e a primeira colocada foi Florianópolis com 0,928.

Evolução em todos os parâmetros

Quando feito o recorte por tempo, a Região Metropolitana teve crescimento do IDHM. No índice geral, a nota no ano de 2019 foi 0,835. Devido à pandemia, houve diminuição para 0,786 em 2021 e recuperou para 0,856 em 2024.

No quesito Educação, a nota da RMC em 2019 era 0,818, decresceu para 0,804 em 2021 e subiu para 0,856 em 2024. Em Saúde e Longevidade, o quadro se repetiu. A nota era 0,882 em 2019, foi prejudicada pela pandemia e desceu para 0,785 em 2021 e obteve 0,885 na última medição. Em Renda, a nota em 2019 era 0,806, na verificação de 2021 foi 0,770 e recuperou para 0,827 em 2024. Importante salientar que todas as regiões tiveram diminuição em suas avaliações no ano de 2021 devido ao covid-19 e suas consequências.