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Transparência Internacional Brasil

Pelo segundo ano consecutivo, Curitiba conquista avaliação Ótima em transparência e governança pública

Capital paranaense alcançou 80,99 pontos no Índice de Transparência e Governança Pública (ITGP) 2026 e mantém classificação máxima da metodologia, que avalia práticas de transparência, integridade, participação social e governança

Curitiba conquista, pelo segundo ano consecutivo, avaliação ‘Ótima’ em transparência e governança pública. - Na imagem, vista aérea de Curitiba. Foto: Pedro Ribas/SECOM

Curitiba obteve 80,99 pontos no Índice de Transparência e Governança Pública (ITGP) 2026 divulgado nesta terça-feira (25/8), pela Transparência Internacional – Brasil. Com o resultado, a capital paranaense conquista, pelo segundo ano consecutivo, a classificação “Ótima”, a mais alta da metodologia.

A avaliação, que vai de zero a 100 pontos, analisa práticas de transparência, acesso à informação, dados abertos, integridade, participação social e governança pública. Municípios que alcançam entre 80 e 100 pontos recebem o conceito máximo.


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O resultado de 2026 consolida o avanço obtido por Curitiba no ano anterior. Em 2025, a capital deu um salto na avaliação, passando da classificação “Regular” para “Ótima”, em um movimento de evolução dos mecanismos de transparência e governança pública do Município.

A manutenção da classificação máxima pelo segundo ano consecutivo reflete a continuidade dos esforços desenvolvidos pela Prefeitura de Curitiba, sob a gestão do prefeito Eduardo Pimentel, para aprimorar a transparência, a disponibilização de informações públicas, os canais digitais e as práticas de governança.

O controlador -geral do Município, Bruno Heraki Pandini, destacou o esforço da administração municipal e dos servidores para a obtenção deste resultado.

“Em Curitiba, a gestão pública é marcada pela transparência, pela boa governança e uma comunicação permanente com os cidadãos. A nota da Transparência Internacional - Brasil ressalta este esforço que é feito por todos os servidores e órgãos públicos da cidade”, destacou o controlador.

Destaques

O resultado consolida o bom desempenho da capital nas diferentes áreas avaliadas. Curitiba registrou suas melhores pontuações nas dimensões Administrativo e Governança, com 88,24 pontos, e Plataformas, com 86,84 pontos.

A capital também apresentou desempenho superior a 80 pontos nas dimensões Transparência Financeira e Orçamentária, com 85,20 pontos, e Obras Públicas, com 81,82 pontos.

Em Comunicação, Engajamento e Participação, Curitiba alcançou 78,85 pontos. Na dimensão Legal, a pontuação foi de 65 pontos.

Adaptação climática

Além do resultado geral, Curitiba apresentou ótimo desempenho no módulo de Adaptação Climática, com 86,0 pontos em 100, alcançando a classificação “Ótimo”.

O resultado colocou a capital na 1ª posição entre os 14 municípios da Região Metropolitana avaliados no módulo em 2026, destacando o desempenho do Município nas práticas relacionadas à transparência e à governança das ações de adaptação às mudanças climáticas.

Segunda maior nota da Região Metropolitana

O desempenho geral de 80,99 pontos mantém Curitiba acima do limite de 80 pontos necessário para a classificação “Ótimo”, indicando elevado nível de atendimento aos critérios avaliados e a adoção de práticas voltadas a uma gestão pública mais íntegra, aberta e acessível à população.

No comparativo com os 14 municípios da Região Metropolitana avaliados pelo ITGP, Curitiba obteve a segunda maior pontuação, atrás apenas de Contenda, que alcançou 81,83 pontos.

Curitiba e Contenda foram os únicos municípios paranaenses avaliados no recorte que alcançaram a classificação “Ótimo”.

Sobre o ITGP

O Índice de Transparência e Governança Pública (ITGP) é uma iniciativa da Transparência Internacional – Brasil que busca medir e incentivar o aprimoramento das práticas de transparência, integridade e governança dos entes públicos.

No âmbito municipal, a avaliação é realizada por organizações da sociedade civil parceiras, seguindo metodologia e critérios técnicos padronizados.

O processo considera informações disponíveis nos canais oficiais das prefeituras, como sites institucionais, Portais da Transparência, canais de acesso à informação, ouvidorias, plataformas de dados abertos e portais de contratos e licitações.