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Curitiba sem Mosquito

Mutirão contra dengue chega ao Parolin; veja o cronograma deste ano

A equipe de agentes de combate às endemias (ACEs) da Regional Portão vai se concentrar nas casas próximas ao Rio Vila Guaíra, uma área de 12 quarteirões.

Mutirão Curitiba sem Mosquito chega ao Parolin nesta quinta-feira.. Pedro Ribas/SMCS (arquivo)

 

Quinta-feira (18/8) começa o mutirão Curitiba sem Mosquito no bairro Parolin, na Regional Portão. É a 12ª etapa da ação realizada pelas secretarias municipais da Saúde e do Meio Ambiente em 2022. O objetivo é evitar criadouros do mosquito Aedes aegypti, que transmite as doenças dengue, zyka e chikungunya.

A equipe de agentes de combate às endemias (ACEs) da Regional Portão vai se concentrar nas casas próximas ao Rio Vila Guaíra, uma área de 12 quarteirões.

As próximas regionais a serem visitadas pelo mutirão são: Matriz (5/9 e 6/9), Bairro Novo (19/9 e 20/9) e Santa Felicidade (24/9 e 25/9).

Como funciona

Nesta quinta e sexta-feira (19/8), os moradores do Parolin serão orientados sobre tipos de materiais podem ser descartados. A separação pode ser feita no fim de semana.

Na segunda (22/8) e na terça-feira (23/6), os caminhões do departamento de Limpeza Pública da Secretaria Municipal do Meio Ambiente passam pela região para recolher os entulhos.

Segundo a secretária municipal da Saúde, Beatriz Battistella, a colaboração dos moradores é fundamental para o sucesso do mutirão no Parolin.

“A comunidade tem papel decisivo no controle do vetor, não só porque nos ajuda a monitorar os focos, mas porque precisa manter os cuidados para evitar a proliferação do mosquito”, observa a secretária.

O Curitiba sem Mosquito também já esteve neste ano nas Regionais CIC, Boa Vista, Boqueirão, Tatuquara, Cajuru e Pinheirinho. Só em 2022, foram coletadas mais de 410 toneladas de lixo e entulhos que poderiam acumular água e virar criadouro do Aedes aegypti.

Novos focos

“O nosso objetivo é orientar”, diz a coordenadora do programa municipal de Controle do Aedes de Curitiba, Tatiana Faraco.

De acordo com ela, as ações são necessárias devido ao aumento do número de focos – já são 1.095 no município – e previsão de alta de casos de dengue para o verão, conforme estudo epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). “Hoje, 65% dos focos estão nas residências”, conta Tatiana.

Um dos motivos seria consequência do período de rodízio no abastecimento de água, quando o nível dos reservatórios estava baixo. Muitos moradores passaram a acumular água da chuva em tambores, baldes e outros recipientes, também usados pelos mosquitos como criadouros.

Identificação dos agentes

Além de uniformizados e identificados, os agentes usam os equipamentos recomendados e mantêm todas as medidas de prevenção do novo coronavírus. Todos os agentes apresentam crachás que trazem suas credenciais profissionais.

Em caso de dúvida, é possível ligar para o 156 para checar se aquele profissional realmente faz parte da equipe da SMS.