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Luzes modernas

Museu Municipal de Arte ganha nova iluminação cênica

Instalação da nova iluminação cênica no Museu Municipal de Arte (MUMA) – Portão Cultural. Curitiba, 25/01/2022. Foto: Ricardo Marajó/SMCS

 

O Museu Municipal de Arte (MuMA), tradicional endereço cultural do bairro Portão, vai ganhar nova iluminação cênica para destacar ainda mais a sua presença no espaço urbano.

Equipes coordenadas pelo Departamento de Iluminação da Secretaria Municipal de Obras Púbicas iniciaram na terça-feira (25/1) os serviços preparatórios para a implantação dos novos projetores de LED e RGB, que mudam as cores da iluminação. A previsão é que o trabalho seja concluído no final de fevereiro.

Já foi realizado o corte no piso de petit pavê para instalar os nichos que vão abrigar os refletores. Os 12 projetores com lâmpadas de vapor metálico de 150W existentes foram implantados durante a reforma finalizada em 2012.  Atualmente, estão retirados porque se tornaram ultrapassados e darão lugar a 6 projetores LED de 28W, mais econômicos e eficientes. 


“Esta iluminação cênica que estava lá se tornou obsoleta com o avanço de tecnologias em iluminação. Isso dificulta a manutenção porque é um sistema incompatível com os materiais usados atualmente”, explicou o diretor de Departamento Iluminação Pública, Tony Malheiros.


Os novos projetores serão monocromáticos, com temperatura de cor branco quente (3000K), e darão destaque na iluminação dos pilares da edificação.

Iluminação que alterna cores

Na parte interna da estrutura de concreto serão instalados 48 projetores LED de 60W direcionáveis. Os projetores direcionáveis serão do tipo RGB, que alteram as cores das luzes conforme programação, e farão o destaque luminotécnico com a incidência e a reflexão da luz na estrutura de vidro do museu. 

Assim, o MuMA se junta a outros monumentos com iluminação dinâmica, inclusos no pacote de locais beneficiados com iluminação cênica do programa Rosto da Cidade, que utiliza as cores da luz nas campanhas de conscientização da saúde.

A novidade agora é que os novos projetores do MuMA permitirão uma iluminação colorida, que além de embelezar da ornamentação será usado como alerta durante as campanhas de conscientização promovidas pela cidade.


“A iluminação especial no MUMA dá sequência aos trabalhos em andamento para evidenciar com luz cênica uma série de monumentos e templos religiosos da cidade, a partir dos programas de Iluminação Cênica e de Destaque de Monumentos e Prédios Históricos e do Rosto da Cidade, programa de revitalização de imóveis históricos”, disse o secretário de Obras Públicas, Rodrigo de Araújo Rodrigues.


Destaques em toda a cidade

Também estão sendo preparados para receber iluminação cênica a Praça 29 de Marco, no bairro Mercês, com destaque ao mural que conta a história da cidade, do artista Poty Lazzarotto, e o Portal de Santa Felicidade, que retrata elementos das construções típicas do bairro fundado por imigrantes italianos, entre eles a Igreja Matriz com a sua torre separada do corpo principal.

Em dezembro de 2021, foram entregues as novas iluminações das Paróquia Nossa Senhora das Mercês, a Igreja dos Capuchinhos, também no bairro Mercês e da Igreja Matriz São José e Santa Felicidade, na Avenida Manoel Ribas, em Santa Felicidade.

A história do MuMA

O Museu Municipal de Arte (MuMA) fica na Avenida República Argentina, ao lado do Terminal Portão e foi inaugurado em 5 de maio de 1988, reunindo aproximadamente 3.800 obras das coleções de Poty Lazzarotto, Andrade Muricy, Mohamed Ali El Assal, Cleusa Salomão, Jorge Carlos Sade e Ben Ami.

O local integra o complexo do Portão Cultural, antigo Centro Cultural Portão. Em 2000, o acervo foi enriquecido com a aquisição, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, de 94 obras de 12 artistas paranaenses.

Passaram a compor o acervo os trabalhos de Dulce Osinski, Edilson Viriato, Eliane Prolik, Fábio Noronha, Geraldo Leão, Yiftah Peled, Jarbas Schünemann, Karina Weidle, Laura Miranda, Luciano Buchmann, Rogério Ghomes e Newton Goto. As obras enfatizam a fase contemporânea, nos anos de 1980 e 1990, período no qual a produção do Paraná obteve reconhecimento nacional.

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