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Habitação

Imóveis entregues pela Cohab têm qualidade igual à dos vendidos no mercado

O padrão construtivo executado nos apartamentos do programa habitacional do Município acaba com a ideia de que os imóveis de habitação popular possuem qualidade inferior

Os empreendimentos habitacionais que vêm sendo entregues para a clientela da Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab) mostram que a qualidade dos imóveis ofertados é equivalente à de apartamentos do mesmo tamanho comercializados no mercado imobiliário a preços bem superiores. Foto: Rafael Silva/COHAB

Os empreendimentos habitacionais que vêm sendo entregues para a clientela da Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab) mostram que a qualidade dos imóveis ofertados é equivalente à de apartamentos do mesmo tamanho comercializados no mercado imobiliário a preços bem superiores. O padrão construtivo executado nos apartamentos do programa habitacional do Município acaba com a ideia de que os imóveis de habitação popular possuem qualidade inferior.

“São apartamentos de bom acabamento, localizados em conjuntos que contam com áreas de recreação, estacionamento e salão de festas com churrasqueira. Muitas pessoas que imaginam o contrário acabam se surpreendendo positivamente e algumas vezes ouvimos da população que o empreendimento nem parece que é Cohab”, afirma o presidente da Companhia, Ubiraci Rodrigues.

Os Residenciais Aroeira e Imbuia, por exemplo, foram entregues no mês de julho para 480 famílias com renda até R$ 1,6 mil (faixa 1). Os apartamentos estão distribuídos em um conjunto amplo, com área verde, espaços de convivência, guarita e parquinho para as crianças. “Os conjuntos têm tudo o que é oferecido no mercado, não devem nada em termos de qualidade. A diferença está no preço e nas condições de aquisição”, explica Rodrigues.

Os apartamentos dos Residenciais  Aroeira e Imbuia possuem dois quartos e foram vendidos por R$ 55 mil. Um imóvel semelhante, fora do programa habitacional do Município, vai custar mais que o dobro deste valor. Além disso, nesta faixa de renda os beneficiados pagam prestações que não podem ultrapassar 5% da renda familiar pelo prazo de 10 anos. Assim sendo, o valor máximo desembolsado para quitar o imóvel será de R$ 9,6 mil.

Situação que está vivendo a dona de casa Marlene da Cruz, de 41 anos. Após morar por oito anos em uma casa no Sítio Cercado, onde pagava aluguel de R$ 600, ela agora paga prestação de R$ 40 em seu apartamento no Residencial Aroeira.

“A qualidade do imóvel é ótima, estou bem satisfeita. Consegui ajeitar minhas coisas no interior do apartamento, sem problemas. Gosto também do conjunto porque tem bastante espaço e muitas árvores. Se não fosse pela Cohab seria impossível eu conseguir morar num lugar assim”, destaca.

A opinião é compartilhada pela aposentada Pedrocina Lopes da Silva, de 63 anos, moradora do Residencial Imbuia. Ela vive com o neto Mateus, de 6 anos. “Aqui é um lugar muito bom, cheio de paz para viver. Melhor ainda para meu neto, que tem bastante espaço para correr e brincar. Estou muito feliz em ter vindo para cá”, afirma.

Próximo

O próximo conjunto a ser entregue para inscritos na Cohab é o Residencial Cidade de Pádova, no Campo do Santana, no qual passarão a viver 416 famílias com renda entre R$ 1.600 e RS 3.275 (faixa 2). Conforme a faixa de renda familiar, varia o valor cobrado pelos imóveis. “Nesta faixa, o custo dos apartamentos é um pouco maior, mas ainda assim as famílias pagam valores bem abaixo dos praticados em mercado para imóveis de mesmo padrão”, diz o presidente da Cohab.

No Cidade de Pádova, as unidades vão custar entre R$ 85 mil e R$ 100 mil. De acordo com a renda das famílias, o subsídio do governo federal pode chegar a R$ 17 mil - quanto menor a renda maior o benefício.  O condomínio conta com área de estacionamento, recreação, parquinho infantil, além de salão de festas com churrasqueira.  As famílias contempladas receberão as chaves em setembro.