Ir para o conteúdo
banner

Novo ano letivo

Ano letivo começa hoje nas escolas da rede municipal

Prefeito esteve na Escola Municipal Prefeito Omar Sabbag na abertura do novo ano letivo, nesta segunda-feira (13)

O prefeito Rafael Greca foi recebido na Escola Municipal Prefeito Omar Sabbag, no Cajuru, nesta segunda-feira (13), na volta às aulas da rede municipal de ensino. Curitiba, 13/02/2017. Foto: Pedro Ribas/SMCS

O prefeito Rafael Greca foi recebido na Escola Municipal Prefeito Omar Sabbag, no Cajuru, nesta segunda-feira (13), na volta às aulas da rede municipal de ensino. Assim que entrou no auditório onde estavam reunidos 300 estudantes, Greca recebeu abraço de Pablo Nascimento Fascina, de 10 anos. “Vocês são os nossos curitibinhas. Temos 140 mil curitibinhas na nossa rede”, disse Greca ao dar as boas-vindas aos alunos.

Ao ouvir o prefeito chamar os estudantes de curitibinhas, Pablo pediu a palavra e perguntou se o personagem de mesmo nome vai voltar. O personagem fazia parte do material didático usado na primeira gestão de Greca como prefeito. “O Curitibinha vai ser o professor da Linha do Conhecimento”, anunciou o prefeito, referindo-se ao novo projeto da gestão.

Antes de chamar as crianças para cantar o Hino de Curitiba, Greca falou do orgulho que sente pelas escolas da cidade. “Curitiba é a nossa casa, nossa casa que acolhe e trata bem as crianças e queremos dar a elas o sentido de amor à cidade”, disse o prefeito. “Quando a gente ama, a gente cuida, não picha os muros, não estraga a cidade, não dá bola para drogas. Quem ama também cuida de si mesmo. Porque nós carregamos dentro de nós a nossa cidade e a cidade é onde nos tornamos gente”, disse ele. “A escola é o sopro de vida em cima de nós”, completou.  

Greca destacou com orgulho que inaugurou em 1995, como prefeito, a primeira sala de informática de Curitiba. A placa da inauguração está na entrada da escola Omar Sabbag, que atende 1.700 crianças e adolescentes.

Abraço simbólico

A secretária municipal da Educação, Maria Silvia Bacila, aproveitou o contato com os estudantes para perguntar a eles quais os comportamentos de um bom aluno. Ouvindo o que as crianças diziam, ela destacou a importância de escutar os professores, estar atento, chegar no horário e fazer a lição. “Nós só aprendemos quando ouvimos”, disse ela, que também falou aos professores. “Sintam-se muito bem acolhidos por nós.”

A diretora Marta Regina Cambrussi de Lima destacou que a visita do prefeito à escola Omar Sabbag representa um abraço simbólico a todas as 140 mil crianças e adolescentes da rede municipal de ensino. “Vamos seguir os caminhos que vocês, prefeito e secretária, trilharão para nós”, disse a diretora.

Orgulho

O prefeito ficou muito contente ao saber que o estudante Lucas Matheus de Jesus de Moraes, da Escola Omar Sabbag, foi um dos que levaram a tocha olímpica em 2016. E comemorou ao ouvir do professor de Educação Física Rodolfo Rezende, que Hederson Stephanni, um dos participantes da delegação brasileira de atletismo nas Olimpíadas, começou a praticar a modalidade na escola.

Enquanto percorreu a unidade, o prefeito identificou alguns ex-alunos da escola. A pedagoga Maria Isabel Porto Tobias, por exemplo, é ex-aluna e suas filhas, hoje formadas, também estudaram na unidade. “Hoje em dia, acompanho na escola filhos dos meus ex-alunos”, relatou com muita satisfação ao prefeito. O administrador regional do Cajuru, Márcio José Nunes, estudou na escola em 1993.

Greca fez muitas perguntas aos estudantes que integram o projeto de robótica da escola, o Cyber Rex. O grupo recebeu o Prêmio Ozires Silva há poucos dias pelo desenvolvimento de um aplicativo que informa, por exemplo, o correto descarte de embalagens e o modo de aproveitamento de cerca de 250 produtos já catalogados, além de incluir alertas sobre a dengue e diabetes. “Esta escola é um banco de talentos”, disse o prefeito.

Greca ficou admirado ao conhecer alguns dos inventos dos estudantes, como um robô que abraça, desenvolvido para crianças autistas, e a novidade mais recente: o Sensor Cyber Dog, que disputará a próxima edição da Lego League.

Instalada junto ao corpo de cães cegos, a engenhoca emite um sinal sonoro sempre que o animal chega a 50 centímetros de algum obstáculo que não pode ver. O cachorro aprende que, ao ouvir o barulho, deve se afastar da barreira para não se machucar. “O nome disso é reflexo Pavlov, o animal se condiciona e aprende que o sinal está avisando do perigo”, ensinou Greca.