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Patrulha de Proteção ao Transporte Coletivo

Guarda Municipal prende suspeito de importunação sexual na rodoviária de Curitiba

A Guarda Municipal prendeu um suspeito de importunação sexual na rodoviária de Curitiba. Denuncie qualquer abuso no transporte coletivo pelo 153 da Guarda Municipal de Curitiba.

Guarda Municipal prende suspeito de importunação sexual na rodoviária de Curitiba. Foto: Departamento de Inteligência/Guarda Municipal (arquivo)

A Guarda Municipal prendeu, na manhã de quarta-feira (11/3), na Rodoviária de Curitiba, um suspeito pelo crime de importunação sexual. Os agentes foram acionados por uma vigilante do terminal rodoviário, logo após uma passageira denunciar ter sido vítima de importunação sexual dentro de um ônibus que tinha acabado de chegar à rodoviária. 

Segundo informações repassadas também por funcionários da empresa responsável pela linha, o fato teria ocorrido durante o trajeto da viagem. Os guardas municipais conversaram com a vítima, que confirmou a situação e indicou o suspeito. O homem foi identificado, detido pelos agentes e encaminhado à Delegacia da Mulher para as providências cabíveis. A vítima também foi orientada a acompanhar o registro da ocorrência junto à autoridade policial.

Transporte público

Para coibir casos de importunação e abuso sexual nos ônibus do transporte coletivo, a Prefeitura de Curitiba criou em 2025, a Patrulha de Proteção ao Transporte Coletivo (PTC), da Guarda Municipal a fim de garantir a segurança dos usuários dos  ônibus. 

Em 2025, a Guarda Municipal registrou 43 casos de importunação sexual , atos obscenos e libidinosos, e importunação ofensiva ao pudor no transporte coletivo, com a prisão de 15 pessoas. Em 2026 foram 7 ocorrências registradas e uma prisão. 

"Os passageiros que presenciarem os casos de abusos nos ônibus podem denunciar no telefone 153 da Guarda Municipal, e as vítimas precisam representar a ocorrência para que o agressor seja investigado e punido. A guarda trabalha para prevenção desses casos no transporte coletivo e na proteção das mulheres vítimas desse tipo de violência”, explica o comandante da GM, José Carlos Felipus Costa.