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Direitos Humanos

Curitiba integrará movimento global contra antissemitismo e intolerância étnica

O prefeito Eduardo Pimentel assinou o protocolo de intenção na cerimônia de Yom Hashoá, que lembra os judeus assassinados na Segunda Guerra Mundial

Prefeito Eduardo Pimentel participa de cerimônia em homenagem às vítimas do Holocausto. Curitiba, 23/04/2025. Foto: Valquir Aureliano/SECOM

O prefeito Eduardo Pimentel assinou um protocolo de intenção para adesão à definição de antissemitismo da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto (IHRA). Com isso, Curitiba integrará um movimento global que a luta contra a intolerância étnica, promove uma cultura de paz e o respeito aos direitos humanos. Diversos estados e cidades já aprovaram o termo de adesão. No cenário internacional, mais de 40 países também já adotaram a definição da IHRA.

A assinatura ocorreu nesta quarta-feira (23/4), na Sinagoga Beit Yaacov,  durante a cerimônia de Yom Hashoá, o Dia da Lembrança do Holocausto. Esta data é dedicada à memória dos seis milhões de judeus assassinados durante a Segunda Guerra Mundial e honra a resistência judaica durante o conflito. 

Eduardo foi recebido por lideranças da comunidade, rabino Pablo Berman, Alexandre Knopfholz, presidente da Federação Israelita do Paraná, Carlos Reiss, coordenador-geral do Museu do Holocausto, e Átila Cordova, presidente da Comunidade Israelita do Paraná. Rodolpho Zannin Feijó, assessor-chefe de Relações Internacionais da Prefeitura, acompanhou o prefeito.

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Eduardo Pimentel, prefeito.

Como parte dos ritos, Eduardo Pimentel acendeu uma das velas em intenção às vítimas do Holocausto. Ao falar durante a cerimônia, salientou que “Curitiba é uma cidade que quer paz, que rechaça qualquer forma de preconceito, religioso, de cor e de gênero.”

O prefeito também elogiou o trabalho realizado pela comunidade israelita na manutenção do Museu do Holocausto, localizado na mesma área da sinagoga. O museu mantém exposição sobre os horrores que o povo judeu sofreu durante a Segunda Guerra Mundial. Eduardo também falou da intenção de levar estudantes das escolas municipais ao museu para que aprendam sobre este capítulo da história e a memória das vítimas não seja esquecida.