A Auditoria Interna Governamental da Controladoria-Geral do Município (CGM) participou, nos dias 16 e 17 de setembro, da Missão de Acompanhamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) ao Novo Inter 2, integrando reuniões técnicas e visitas às frentes de obras do programa.
A missão foi chefiada por Ana Beatriz Figueiredo, líder da missão do BID, e contou com a participação de representantes municipais, entre eles o secretário municipal de Obras Públicas, Luiz Fernando Jamur, a presidente do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (IPPUC), Ana Zornig Jayme, e equipes técnicas da Secretaria Municipal de Obras Públicas (SMOP) e da Unidade Técnico-Administrativa de Gerenciamento (UTAG). Pela UTAG, participaram Márcio Teixeira, Coordenador-Geral, Josiel Ceccon, Diretor Administrativo Financeiro, e Mário Padovani, Diretor Técnico, além de especialistas contratados no âmbito das consultorias de Gerenciamento das Obras e de Supervisão Ambiental e Social.
A participação da CGM teve início no primeiro dia da missão, em 16 de setembro de 2026, quando foram tratados temas como o andamento das licitações, evolução física e financeira, cronogramas, qualidade das intervenções, segurança do trabalho, aspectos ambientais e sociais e demais compromissos relacionados à operação financiada pelo BID.
No dia 17 de setembro de 2026, a CGM acompanhou as visitas técnicas às frentes de obra do Programa Inter 2, por meio de seus representantes Regina Naomi Pereira Mazzi, Marcos Arnaldo Alves da Costa e Carmen Fernanda Ribeiro, juntamente com os responsáveis pela missão, equipe da UTAG e demais envolvidos. A atividade permitiu observar a execução em campo e ampliar a compreensão sobre processos, responsabilidades, mecanismos de acompanhamento e controles relacionados ao programa.
Para a Auditoria Interna Governamental, a participação na missão agregou elementos importantes aos trabalhos relacionados ao programa, especialmente para a compreensão do ambiente de controle e dos fatores de risco associados à execução de um projeto dessa materialidade e complexidade.
A integração entre registros documentais, informações das áreas técnicas e observação em campo amplia os elementos disponíveis para o trabalho de auditoria e contribui para avaliações mais consistentes sobre governança, gerenciamento de riscos e controles internos.
A experiência também amplia o repertório técnico da equipe para trabalhos relacionados a projetos cofinanciados por organismos internacionais, especialmente quanto aos seus mecanismos de acompanhamento, controles e requisitos específicos. Esse conhecimento contribui para qualificar a atuação da Auditoria Interna Governamental em avaliações orientadas por riscos e evidências, fortalecendo sua contribuição para a governança, a adequada aplicação dos recursos públicos e o alcance dos objetivos institucionais.