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Saúde preventiva

Acolhidos do Nova Morada fazem testes para doenças transmissíveis

O objetivo é repetir a ação a cada três meses e estender os testes a outras pessoas que venham a ser acolhidas

Acolhidos do Nova Morada fazem testes para doenças transmissíveis. Foto: Divulgação

Setenta e sete acolhidos do projeto Nova Morada Vida Nova, da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Humano (SMDH), fizeram testes para detecção precoce de doenças transmissíveis esta semana. Isso representa quase 80% de testados entre os moradores. Eles estão usando as 100 vagas ofertadas pelo espaço, que é destinado ao acolhimento temporário de pessoas que lutam para se livrar da dependência química e estão em processo de reinserção social.

O público que aceitou participar da ação aproveitou a visita da equipe do Consultório na Rua, da Secretaria Municipal da Saúde (SMS). Cada um chegou do trabalho e, antes de tomar banho e jantar, fez testes rápidos para hepatites B e C, HIV e sífilis. Foram aplicados 326 testes. Todos os exames, também feitos pelos quatro funcionários do local, deram negativo.

Entrando na rotina

Três acolhidos que apresentavam tosse persistente e secreção pulmonar, compatíveis com sintomas de tuberculose, também foram testados para a doença e orientados a usar máscara. Todos dividem o mesmo alojamento. Os resultados saem nos próximos dias.

“Quem conseguiu chegar na nossa unidade enquanto a equipe da SMS esteve aqui, participou. Nosso propósito é repetir a ação a cada três meses e estender os testes a outras pessoas que venham a ser acolhidas”, explicou a gerente de Cuidado e Reinserção Social do Departamento de Políticas sobre Drogas da SMDH, Maria Amélia Natel Kugler Mendes. Os que não puderam fazer os testes, porque ainda estavam trabalhando ou fazendo cursos, foram orientados a procurar a Unidade de Saúde Ouvidor Pardinho.