Nascido em Curitiba e criado nas imediações da Cidade Industrial, onde vive até hoje, Ricardo Marajó teve muitas profissões ao longo dos seus 41 anos.
Antes de ancorar no mundo da fotografia por paixão e influência do irmão mais velho, Marajó foi professor de capoeira, segurança, estofador, chefe de cozinha e, por fim, fotógrafo. Profissão iniciada em meados de 2008.
“Sempre gostei e quis fotografar. Contudo, a oportunidade de aliar o hobby à profissão demorou a aparecer”, relembra. Marajó começou como fotógrafo freelancer de eventos para ganhar dinheiro extra e levou dois anos para conseguir fazer da profissão seu verdadeiro ganha-pão.
Perfeccionista, busca o aprimoramento todos os dias pelo convívio com colegas mais experientes, pesquisa e infinitas práticas de tentativa e erro.
“No dia-a-dia de trabalho não dá, mas às vezes, no meu tempo livre, passo horas tentando fazer aquela foto perfeita que nunca consegui”, afirma.
Apaixonado por capoeira e artes marciais, Ricardo divide a rotina entre treinos, trabalho e horas dedicadas à família. “Talvez venha daí minha predileção pelo registro de pessoas”, confessa. “A diversidade que encontro na capoeira e nas lutas, encontro também no povo curitibano, que é quem me motiva a continuar aprendendo e a fotografar.”