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Ajuda para empreendedores

Feira de Crédito e Renegociação atende 76 pessoas em Curitiba

Evento reuniu instituições para orientar empreendedores sobre acesso a crédito e renegociação de dívidas

Feira de Renegociação de Dívidas e Acesso ao Crédito para Empreendedores, realizada na Associação Comercial do Paraná (ACP), na Rua XV de Novembro. Curitiba, 19/10/2026. Foto: Ricardo Marajó/SECOM.

A Feira de Crédito e Renegociação, realizada nesta segunda-feira (19/10), em Curitiba, atendeu 76 pessoas interessadas em crédito ou renegociação de dívidas. O evento aconteceu na Associação Comercial do Paraná (ACP), reunindo instituições públicas e privadas para orientar empreendedores sobre alternativas para reorganizar as finanças e investir nos negócios.

A iniciativa integrou a programação do Mês do Empreendedor, promovido pela Prefeitura de Curitiba, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Inovação (SMDEI), da Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação e do Sebrae/PR.

A feira foi planejada para atender tanto quem busca recursos para iniciar ou ampliar uma atividade quanto empreendedores que precisam renegociar dívidas e reorganizar as contas. A aproximação com as instituições buscou facilitar o acesso a alternativas financeiras e contribuir para a manutenção dos negócios, a geração de empregos e o desenvolvimento econômico da cidade.

“O empreendedor precisa saber que existem caminhos para enfrentar as dificuldades financeiras e continuar avançando. Nosso papel é aproximar quem empreende das instituições que podem oferecer crédito, orientação e alternativas para reorganizar as contas. Queremos que os empresários de Curitiba tenham condições de manter seus negócios, investir no crescimento e gerar novas oportunidades de trabalho e renda”, afirma o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Inovação, Sérgio Bento.


Parceria para apoiar os empreendedores

A realização da feira também reforçou a parceria entre o poder público e as entidades representativas do comércio para ampliar as oportunidades aos empreendedores.

“A ACP é a Casa do Empreendedor e não mede esforços para oferecer oportunidades aos seus associados e aos comerciantes em geral. Com esta ação, se aproxima mais uma vez do poder público para levar oportunidades e contribuir para que os comerciantes mantenham empregos e sigam gerando renda para termos o Paraná que todos merecemos”, afirma o vice-presidente da ACP, Luiz Gustavo Vidal.

Para o coordenador das Câmaras Setoriais da ACP, Fábio Assahi, iniciativas como o feirão ajudam os empreendedores a recuperar a capacidade de investimento e a manter suas atividades.

“Neste Dia do Comerciário, a ACP celebra iniciativas como este feirão, que oferece oportunidades concretas para os empreendedores reorganizarem suas dívidas, recuperarem a capacidade de investimento e criarem condições para prosperar e gerar novas oportunidades para seus colaboradores. A oferta de linhas de financiamento com juros mais acessíveis do que os praticados tradicionalmente pelos bancos pode proporcionar fôlego financeiro aos empresários, estimular a atividade econômica e fortalecer o comércio”, reforça Assahi.


Empresária busca crédito para investir em franquia

Entre as pessoas que procuraram atendimento estava a empresária Mayara Seixas, que está começando a investir em um negócio próprio que é uma franquia de máquinas de venda automática de produtos voltados ao público fitness. A proposta é instalar os equipamentos em academias de Curitiba, com opções como whey protein, bebidas energéticas e barrinhas de proteína.

Ela já pagou a taxa da franquia e agora busca recursos para adquirir a máquina, etapa necessária para começar a operar. Para isso, estima precisar de aproximadamente R$ 10 mil em crédito.

Mayara soube da feira pelo Instagram da Prefeitura de Curitiba e decidiu participar para conhecer as possibilidades de financiamento disponíveis para quem está começando um negócio.

“Com certeza, esse tipo de apoio é importante. Hoje o mercado está muito difícil. Sem o apoio, é muito difícil começar um negócio próprio, porque não é fácil juntar capital. Se a gente não tiver acesso a crédito ou a um parcelamento mais facilitado, acaba não conseguindo empreender”, afirma a empresária.