Proprietários e diretores de imobiliárias de Curitiba filiados ao Sindicato da Habitação e condomínios do Paraná (Secovi-PR) aprovovaram o projeto da Operação Urbana Consorciada Linha Verde, que vai trazer investimentos e definir um novo perfil urbano ao longo da antiga BR 116.
"Esta iniciativa é de extrema importância para desenvolver a cidade. Cumprimento toda a equipe da Prefeitura que trabalhou e desenvolveu este projeto pelo alcance que ele vai ter", disse a presidente do Secovi-PR, Liliana Ribas Tavarnaro, que recebeu, nesta quinta-feira (27), na sede do sindicato, a secretária municipal do Urbanismo, Suely Hass e o administrador Regional da Matriz, Luiz Hayakawa, para a apresentação do projeto da Prefeitura de Curitiba.
"Para nós do mercado imobiliário é muito importante conhecer detalhes do projeto, para orientar nossos clientes para os investimentos que eles devem fazer. Essa operação vai influenciar positivamente o mercado imobiliário", completou Liliana.
Infraestrutura - Marília Gonzaga, diretora da Imobiliária Gonzaga, também gostou da Operação Urbana Consorciada Linha Verde. "É uma iniciativa muito interessante para a região. Vai criar uma estrutura de infraestrutura e acessibilidade no eixo da Linha Verde. Se as pessoas puderem morar e trabalhar na mesma região é excelente", disse.
A empresária Fátima Galvão, da Galvão Locações, acredita na evolução do projeto. "No primeiro momento pode gerar impacto, mas no médio e longo prazo haverá grande evolução na região", afirmou.
"É um projeto grandioso para o desenvolvimento da cidade. Estamos falando da viabilidade econômica e dos detalhes urbanísticos da Operação Urbana Consorciada Linha Verde às entidades de classe e ao mercado", disse a secretária municipal do Urbanismo, Suely Hass.
Luiz Hayakawa, administrador da Regional Matriz, destacou a importância da operação financeira. "Este instrumento é uma garantia para o investidor", explicou.
A Operação Urbana Consorciada Linha Verde prevê o lançamento títulos na Bolsa de Valores para investimento no desenvolvimento ordenado do eixo viário que vai desde o Contorno Sul até o Atuba. A expectativa é que os investimentos na Linha Verde alcancem R$ 1,5 bilhão.