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Prefeitura Municipal de Curitiba

Eletromobilidade

Integração metropolitana e custo são requisitos a projetos de transporte

21/02/2017 14:30:00

“O veículo é muito bonito, parece confortável e tem escala aceitável, sobretudo para a Linha Verde. Mas precisamos que seja economicamente viável e adaptado à capacidade de ter uma tarifa econômica e de atender às necessidades metropolitanas”, afirmou o prefeito Rafael Greca após conhecer o projeto do eBRT. O veículo leve sobre pneus (VLP) é proposto pela J.Maluceli, M4 Consultoria e a Pontoon Participações como parte do Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) da Eletromobilidade, que pretende a implantação de um modal de transporte público com acionamento elétrico em Curitiba.

Na reunião com os elaboradores do projeto, realizada no Ippuc, Greca cumpriu o que prevê a lei da concorrência e solicitou maior detalhamento do que foi apresentado. “Entreguei a análise feita pelo Ippuc ao consórcio, assim como fiz a quem apresentou o projeto concorrente elaborado pela Volvo e agora vou aguardar o retorno das respostas de ambos às nossas perguntas”, completou o prefeito.

O chamado eBRT tem por base o veículo Translhor, de acionamento 100% elétrico e composição máxima para até seis vagões, que carregariam 358 passageiros. Os veículos são de piso baixo, com pneus e circulam ligados a guias implantadas no asfalto. A alimentação é feita por catenárias sem que haja eletrificação no solo. Modelos similares ao proposto estão circulando entre outros locais do mundo, em Medelin, na Colômbia, Pádua (Itália), Estrasburgo e Clermond-Ferrand (França).

A ideia da Prefeitura é a de estudar a possibilidade de os novos modais circularem pela Conectora 3, ao longo de um novo eixo estrutural proposto para a cidade, e pela Linha Verde, com carregamento metropolitano.

Pela Linha Verde a ideia seria ligar os municípios de Colombo (ao Norte) a Fazenda Rio Grande, com entrada em São José dos Pinhais.

Pela Conectora 3 o traçado permitiria a integração de Araucária ao Tatuquara, Fazendinha e Boqueirão a São José dos Pinhais e ao Aeroporto. “Um projeto desta envergadura só tem sentido ser for proposto como inovação metropolitana. Temos que estudar o que é possível para o bem da nossa cidade e da grande Curitiba”, afirmou Greca.

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