A Fundação de Ação Social (FAS) encerrou nesta segunda (20), na Regional Cajuru, o ciclo de apresentações a entidades comunitárias – como associações de bairro, clubes de mães e conselhos de segurança, além de instituições sociais conveniadas à FAS – em cada uma das nove regionais da cidade.
O objetivo dos encontros foi fazer uma apresentação das equipes de atendimento da Fundação e das administrações regionais e apresentar as diretrizes da gestão, além de ouvir as lideranças locais. “Foi muito importante realizarmos esse primeiro contato com as entidades para, a partir daqui, desenvolvermos um trabalho mais próximo nas comunidades”, afirmou a presidente da FAS, Marcia Oleskovicz Fruet. “Nosso objetivo é construir ações de efeito irreversível, deixando um legado para a cidade”, completou.
A primeira reunião foi realizada no fim de março, na Regional Matriz. Desde então foram promovidos pela Assessoria Comunitária da FAS encontros nas regionais CIC, Boa Vista, Santa Felicidade, Pinheirinho, Bairro Novo, Portão e Boqueirão, finalizando no Cajuru. Cada encontro reuniu cerca de 100 representantes das entidades. Ao final do ciclo de apresentação, mais de 900 entidades foram ouvidas pela FAS.
Participaram das reuniões, ainda, os administradores regionais e o secretário municipal de Relações com a Comunidade, Caíque Ferrante: “Queremos atender bem a todos, estreitando os laços das lideranças comunitárias com a prefeitura, para fazer de Curitiba uma cidade cada vez melhor, sustentável e mais participativa”, disse Ferrante.
“Este é o primeiro de muitos encontros para aperfeiçoarmos relações de amizade e confiança. É uma proposta nova de relação com a comunidade”, definiu a supervisora regional da FAS Matriz, Angela Mendonça.
Durante os encontros, os participantes tiveram a oportunidade de se apresentar, tirar dúvidas sobre os convênios entre a FAS e as entidades sociais e relatar demandas específicas das comunidades, que foram devidamente encaminhadas aos órgãos competentes da Prefeitura. “O desafio é conhecer cada família em situação vulnerável nos bairros. Conhecer pelo nome e dar o suporte para cada um. Mas o poder público não consegue fazer isso sozinho. Por isso as entidades que estão na ponta têm que trazer isso para a gente e a nossa relação ser cada vez mais estreita”, afirmou Marcia Fruet.