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Prefeitura Municipal de Curitiba

Mobilidade

Curitiba foi a segunda capital que mais apresentou projetos ao governo federal

10/07/2013 18:57:00
Rádio Prefeitura
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Projetos de Curitiba na área de mobilidade se destacam pelas boas condições

Curitiba foi a capital brasileira que, depois de São Paulo, mais apresentou projetos ao governo federal na área de mobilidade. São 11 projetos, com investimentos projetados de R$ 5,3 bilhões, apresentados esta semana à ministra do Planejamento, Miriam Belchior, que recebeu o prefeito Gustavo Fruet, como parte de uma série de reuniões com administradores municipais e estaduais. A Prefeitura de São Paulo apresentou projetos que somam R$ 6,5 bilhões. O governo federal deve disponibilizar para todo o País R$ 50 bilhões para projetos relacionados à mobilidade urbana.

Os projetos de Curitiba foram muito bem avaliados. Dos 11 projetos apresentados, seis são considerados prioridade: Metrô Curitibano, Veículo Leve sobre Pneus (VLP), Linha Verde (Norte e CIC Sul), Inter 2, Aumento da Capacidade do Sistema BRT e 3º Anel Viário. Cinco desses projetos foram elaborados pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc) e um deles, do VLP, vem do escritório de arquitetura de Jaime Lerner.

“O trabalho dos nossos profissionais, especialmente do Ippuc, permitiu que Curitiba estivesse pronta para apresentar esses projetos com ótimo grau de detalhamento assim que o governo federal abriu essa possibilidade”, disse o prefeito Gustavo Fruet.
 
Os projetos, acompanhados de material descritivo, tratam de obras estruturantes para transporte de alta capacidade, o que vai ao encontro das propostas de investimento do governo federal para as grandes cidades brasileiras. Em linhas gerais, os projetos aprovados aumentam a capacidade de transporte de massa, diminuem o tempo de transporte em diversas linhas, melhoram as condições de tráfego para todos os tipos de veículos e trazem mais conforto aos usuários dos terminais de ônibus.

Histórico

Historicamente, Curitiba tem servido como modelo e paradigma de planejamento na área de mobilidade. A partir de seu Plano Diretor, implantado em 1966, o Ippuc passou a ancorar o planejamento urbano da cidade sobre o tripé formado pelo transporte coletivo, sistema viário e uso do solo. O primeiro calçadão do Brasil já dava a dimensão humana que a cidade sempre quis imprimir a todas as obras. Já o sistema BRT de Curitiba, pioneiro em todo o mundo, sinalizava a alta tecnologia aliada às soluções criativas.

Agora, com uma população de 1.776.000 habitantes (IBGE/2012) e a necessidade cada vez maior de integração com a Região Metropolitana que, somada a Curitiba, abriga cerca de 3,2 milhões de pessoas, a cidade revela uma nova linha de planejamento com vistas a enfrentar os novos desafios. Sem desconsiderar as diretrizes de desenvolvimento que tradicionalmente geraram a bem-sucedida equação aplicada em Curitiba, a cidade passa a incorporar as novas tendências mundiais em transporte sustentável, assim como busca atender às demandas da comunidade manifestadas nas audiências públicas realizadas este ano.

Veja o valor total dos projetos apresentados por outras capitais:

São Paulo - R$ 6,5 bilhões

Curitiba - R$ 5,3 bilhões

Recife - R$ 4,5 bilhões (proposta única Prefeitura + governo estadual)

Belo Horizonte - R$ 2,9 bilhões

Porto Alegre - R$ 2,3 bilhões

Rio de Janeiro - R$ 2,3 bilhões

Fortaleza - R$ 1,1 bilhão

Salvador - R$ 1 bilhão

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