Álbum de fotografias

Complexo cultural Solar do Barão, em 2015.
Complexo cultural Solar do Barão, em 2015.
Complexo cultural Solar do Barão, em 2015.
Complexo cultural Solar do Barão, em 2015. Vista de um dos pátios internos.
Complexo cultural Solar do Barão, em 2015. Vista de um dos pátios internos.
Complexo cultural Solar do Barão, em 2010. Vista de um dos pátios internos.
Complexo cultural Solar do Barão, em 2015. Vista de um dos pátios internos.   Ao fundo, a Gibiteca de Curitiba.
Museu da Fotografia Cidade de Curitiba, dentro das instalações do complexo cultural Solar do Barão.
Quartel Militar, antiga Residência do Barão do Serro Azul, início do século XX.
Militares no pátio da antiga Residência do Barão do Serro Azul, em 1914.
Desfile Militar na Rua Carlos Cavalcanti passando em frente ao Quartel Militar, antiga Residência do Barão do Serro Azul, na década de 1920.
Quartel Militar, antiga Residência do Barão do Serro Azul, em 1909.

Complexo Cultural Solar do Barão

O complexo cultural Solar do Barão reúne unidades da Fundação Cultural de Curitiba relacionadas às artes gráficas: o Museu da Fotografia, o Museu da Gravura, o Museu do Cartaz e a Gibiteca, além de salas de exposições, utilizadas para mostras de artistas nacionais e internacionais. Também estão disponíveis ateliês de gravura, a Loja da Gravura, o Centro de Documentação e Pesquisa Guido Viaro e a Sala Scabi.

O conjunto arquitetônico é formado pelo Solar do Barão, o Solar da Baronesa e anexos. O primeiro edifício foi construído entre 1880 e 1884 para a família de Ildefonso Pereira Correia, o Barão do Serro Azul. O projeto arquitetônico é de autoria de Ângelo Vendramin e Batista Casagrande. Em 1894, após o fuzilamento do Barão durante a Revolução Federalista, foi construída, ao lado do Solar, uma residência para a Baronesa e seus filhos, respeitando os princípios formais da primeira edificação. O Exército Nacional ocupou o imóvel de 1912 a 1975, quando foi adquirido pela Prefeitura Municipal de Curitiba interessada em sua preservação. Neste ano, o arquiteto Cyro Correia de Oliveira Lyra coordenou a reciclagem do conjunto arquitetônico para abrigar o complexo cultural Solar do Barão, que foi inaugurado em novembro de 1980 para promover a criação, a experimentação, a preservação e o exercício da arte. O espaço foi tombado pelo Patrimônio Estadual em 1978 e é uma Unidade de Interesse de Preservação de Curitiba.