Álbum de fotografias

Vista de Curitiba, em 1912. Em primeiro plano, a residência construída por Manoel Antônio Guimarães Netto na esquina das ruas Mateus Leme e Treze de Maio, atual sede do Conservatório de Música Popular Brasileira de Curitiba.
A edificação construída por Manoel Antônio Guimarães Netto na esquina das ruas Mateus Leme e Treze de Maio, atual sede do Conservatório de Música Popular Brasileira de Curitiba, quando abrigada a fábrica de papelão.
Solar dos Guimarães, em 1981.
Solar dos Guimarães e a edificação da esquina das ruas Mateus Leme e Treze de Maio, em 1981.
Solar dos Guimarães e a edificação da esquina das ruas Mateus Leme e Treze de Maio, em 1981.
Solar dos Guimarães e a edificação da esquina das ruas Mateus Leme e Treze de Maio, em 1981.
Edificação da esquina das ruas Mateus Leme e Treze de Maio, em 1981.
Edificação da esquina das ruas Mateus Leme e Treze de Maio após o incêndio de 1979.
Restauro e reciclagem da edificação da esquina das ruas Mateus Leme e Treze de Maio, em 1993.
Conservatório de Música Popular Brasileira de Curitiba, em 2015.
Conservatório de Música Popular Brasileira de Curitiba, em 2015.
Roda de Choro em uma das salas do Conservatório de Música Popular Brasileira, em 2015.
Roda de Choro em uma das salas do Conservatório de Música Popular Brasileira, em 2015.
Apresentação de alunos do Conservatório de Música Popular Brasileira.

Conservatório de Música Popular Brasileira de Curitiba

O conjunto arquitetônico do Conservatório de Música Popular Brasileira de Curitiba é formado por dois sobrados, ambos pertencentes a Manoel Antônio Guimarães Netto e datados do final do século XIX. As edificações estão voltadas para a Rua Treze de Maio, sendo que a de número 571 é conhecida como Solar dos Guimarães por abrigar, até o início do século XX, a tradicional família paranaense. Em seguida, o imóvel é alugado, ora como residência, ora com fins comerciais. Na década de 1980, o Solar dos Guimaraes é restaurado e reciclado e, entre 1985 e 1993, abriga a Casa da Memória.

Já a edificação de número 581, de três pavimentos, é utilizada como residência até 1908, momento em que passa a ter uso comercial. Ali se estabelecem um hotel para imigrantes alemães, a Tipografia e a Fábrica de Papelão Locker, o Hotel São José, Hotel Machado e uma pensão. Em 1979, após um incêndio que destrói parcialmente o imóvel, ocorre sua desapropriação. Na década de 1990 é restaurado e reciclado, segundo o projeto dos arquitetos Fernando Luiz Popp e Valéria Bechara. Em 7 de julho de 1992, é inaugurado o Conservatório de Música Popular Brasileira de Curitiba. Ainda na década de 1990, o Solar dos Guimarães passa a integrar o conjunto arquitetônico do Conservatório.

O Conservatório de Música Popular Brasileira de Curitiba tem por objetivo o ensino, a pesquisa e a produção de eventos artístico-culturais na área da Música Popular Brasileira. O espaço cultural oferece cursos semestrais, promove workshops e bate-papos musicais e organiza programas musicais para incentivar e divulgar o trabalho dos músicos curitibanos. É a sede da Orquestra À Base de Corda, da Orquestra À Base de Sopro, do Vocal Brasileirão e do Coral Brasileirinho.

O conjunto arquitetônico do Conservatório de Música Popular Brasileira é formado por dois importantes exemplares da arquitetura residencial do final do século XIX e são Unidades de Interesse de Preservação de Curitiba.